Os Sinos anunciam : Dia dos Rios, Dia das Florestas, Dia das Águas

 Os Sinos anunciam : Dia dos Rios, Dia das Florestas, Dia das Águas

Dia Mundial dos Rios

Em ação inédita em Minas Gerais e primeira no Brasil, a cidade de Rio Piracicaba participou no dia 14 de março do evento simultâneo “Day of Action for Rivers 2025”, organizado pela “International Rivers”.

Promovido localmente pela Prefeitura da cidade, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o movimento contou com a participação de caiaqueiros que desceram o rio num percurso de 7,4 KM, desde a icônica Praia do Funil até o centro da cidade, onde foram recebidos pela fanfarra e alunos da Escola Cívico Militar do Córrego São Miguel e por populares que abraçam a causa de proteção de nossos cursos d´água.

Veja os eventos pelo mundo através do link: https://www.flickr.com/photos/internationalrivers/

Ação pelas águas

Durante o evento, que contou com a presença do prefeito Augusto, da vice-prefeita Aparecida Araújo, da secretária de meio ambiente da cidade, Daiana Mendes e do Secretário do CBH Doce e presidente do IAPORI, Flamínio Guerra, o chefe do executivo destacou as ações do município que buscam, na prática, contribuir para a preservação dos cursos d´água.

A prefeitura de Rio Piracicaba investe na construção de barraginhas por toda zona rural do município e caixas secas ao longo das estradas rurais, projetos em andamento.

“Dia da Água” ou “Dia da Vida”

Nada mais saudável e prático que abrir as comemorações do Dia da Água, 22 de março, que antecipar lembrando o Dia Mundial dos Rios, 14 de março.

Importante lembrar que usamos água todos os dias, e sem ela nem existiríamos, mas infelizmente nem mesmo no dia escolhido para lembrar dessa dádiva, a população sequer dedica um momento de reflexão sobre como tratamos esse mineral essencial para nossas vidas.

Seca a vista

E por falar em água, podemos nos preparar para a escassez dela.

Em alguns eventos que tenho sido convidado a palestrar tenho chamado a atenção – 2024 não choveu e 2025 iniciou pior que no ano anterior, portanto, podemos nos preparar para uma seca pesada, talvez a mais intensa desse início de século 21.

Seca a vista I

Apesar de já estar sendo alardeado por todos os cantos sobre essa seca, não se tem visto os municípios tratarem do tema com a atenção que a situação demanda.

Não adianta, em última hora, agir como barata tonta em busca de soluções mágicas – elas não existem.

Se por um lado o tema é complexo por outro a solução é simples, prática e barata, mas depende de atitude dos donos das canetas.

Já existe uma máquina que combate o aquecimento global, as secas e ainda evita enchentes – e esse periódico já tratou muito dessa tecnologia – se chama ÁRVORE.

Seca a vista II

Se vai faltar água, por outro lado o que não faltará é fogo.

Com a seca começa o, também já muito tratado aqui, CICLO DA MORTE, com o fogo.

Entra ano e sai ano, faz-se reuniões e mais reuniões e atitude mesmo, NADA.

Enquanto isso o ciclo segue impávido – desmatamento – seca – fogo – empobrecimento do solo e do ecossistema – seca.

E o fogo?

Em 2024 foi um dos anos que mais queimadas acontecerão na cidade e na região e não foi por falta de aviso – foi por falta de atitude – dos municípios, da população, das empresas.

Sem punição?

Esse ano será pior que 2024, pelo menos em João Monlevade, pois não vi nenhuma ação quanto à punibilidade aos infratores.

 

Educar já se educou – e todos tem o conhecimento sobre o problema das queimadas – falta agora é fiscalizar, autuar e punir – exemplarmente para que o mau cidadão que insiste em prejudicar a sociedade, pague pelos seus atos e não continue a manter o CICLO DA MORTE.

Dindão Dindão

Dindão

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